Os 5 principais problemas por depender da TI

Com a aceleração da transformação digital, os profissionais da área de TI passaram a ser cada vez mais requisitados no mercado de trabalho. E isso ocasionou uma escassez desses profissionais, gerando um gargalo no desenvolvimento de soluções. Com isso, muitas empresas passaram a se questionar sobre a dependência da área de TI e começaram a olhar novas soluções para que isso não precisasse acontecer! 

A importância da área de TI

A área de TI é extremamente importante para o sucesso das empresas, pois é um setor que traz benefícios para empresas de todos os portes. Eles são responsáveis por desenvolver soluções que possibilitem autonomia e velocidade para as organizações.

Com eles, também é possível melhorar processos, obter informações de qualidade que facilitem as tomadas de decisões dos gestores. Além disso, são responsáveis pela gestão de todos os dados, softwares, programas e sistemas que fazem com que as empresas tenham a possibilidade de ter um pleno funcionamento. 

Os profissionais desta área são extremamente cobrados e demandados dentro de todas as empresas que atuam. E por todas as áreas das organizações! Eles tanto podem salvar o dia como podem colocar tudo abaixo em um piscar de olhos. 

5 principais problemas de depender da área de TI

Mas, também temos o outro lado da moeda. Como nem tudo são flores, existem alguns problemas em ficarmos 100% dependentes da área de TI das nossas empresas! Ficou curioso em saber quais são? Então, vou te mostrar os cinco principais problemas da nossa dependência com a TI, veja só:

1) Ficamos sujeitos ao backlog 

Quantas vezes já nos recebemos aquela famosa resposta dos analistas de TI da nossa empresa: ok, vou verificar e te retorno!?

E depois disso, nunca mais somos lembrados? Ou quando somos lembrados já se passou tanto tempo que a nossa necessidade mudou? Pois é, as nossas demandas geralmente competem com o backlog da TI! E isso acaba causando atraso nas melhorias dos processos que estamos trabalhando. E as nossas atividades acabam ficando “presas” ou travadas.

2) Escassez de profissionais no mercado

A escassez de bons profissionais no mercado, aliada a alta demanda por esse tipo de profissionais, muitas vezes, acarreta em times reduzidos nas empresas. É o famoso muita demanda para pouco mão-de-obra. E isso acaba gerando gargalos nos atendimentos. 

Pois eles precisam atender as demandas que “estão pegando fogo” e não podem olhar com atenção para todos os pontos que eles gostariam. 

3) Falta de autonomia para desenvolver as soluções

Ficarmos muito dependentes da área de TI também é ruim olhando pelo lado da autonomia. Isso tudo porque nos tira a liberdade para desenvolvermos as nossas próprias soluções. O que, consequentemente, gera falta de velocidade nas nossas entregas. E, algumas vezes, até paralisam as nossas atividades. Não é mesmo?

4) Falta de conhecimento para poder desenvolver as soluções

Muitas vezes por falta de conhecimento técnico, principalmente em programação de códigos, não conseguimos desenvolver as nossas próprias soluções. Aquelas que facilitariam as nossas rotinas! Que trariam a famosa paz em nossos corações! 

Com isso, precisamos entrar na famosa fila de TI para que eles consigam nos auxiliar com o conhecimento técnico necessário.  E sabemos bem que isso pode levar algum tempo…

5) Necessidade de negócio x velocidade de implementação

Esse ponto é muito importante! Nem sempre a área de TI consegue atender a tempo a necessidade do negócio na hora que é preciso. Por isso pode haver delays entre a velocidade de implementação e a necessidade de atendimento das demandas do negócio. 

Um bom exemplo disso é a velocidade de testes e implementações das ferramentas e sistemas desenvolvidos. Como, na maioria das vezes, existe um backlog na área de TI os testes podem levar mais tempo do que o negócio pode esperar. 

E existe uma luz no fim do túnel?

A resposta é: sim! Existe uma luz no fim do túnel que nos ajuda a sermos menos dependentes da área de TI e, de quebra, minimizar o impacto dessa lista que mostrei para vocês!

Voltando alguns anos atrás, podemos dizer que a TI era vista nas empresas como a única área responsável por automatizar processos. Porém as coisas se modificaram e a transformação digital ampliou os horizontes tecnológicos. Novas maneiras de desenvolver soluções surgiram e estão ganhando corpo no mercado de TI, assim como em outros mercados também.

Low-code e no-code!

Você já ouviu falar sobre as tecnologias low-code e no-code? Elas já são realidade e vieram para ficar! O low-code é um movimento tecnológico e social que facilita e acelera o desenvolvimento de aplicativos por pessoas que não são necessariamente da área técnica de TI.  Com isso, eles permitem que os aplicativos sejam totalmente customizados e com uma quantidade de programação mínima. Além disso, ele chegou para ajudar a dar velocidade na entrega

Já as plataformas no-code são aquelas que permitem que, literalmente, qualquer pessoa possa desenvolver as soluções que necessitam sem nenhum conhecimento em programação. 

Então, caro leitor…

É importante lembrar que a área de TI pode ser considerada o coração da empresa, principalmente porque você tem que lutar pela atenção deles todo dia! rsrsrs 

Brincadeiras a parte, eles são uma área fundamental e de extrema importância para as organizações, sabemos que o trabalho deles é fundamental para o bom andamento das organizações.

Mas também é preciso estar de olhos bem abertos no que o mercado tem trazido de novidades para o futuro. Gartner prevê que mais de 65% dos aplicativos de negócios desenvolvidos até 2024 serão construídos com ferramentas low-code. Ou seja, a expectativa é que o low-code se expanda e tenha uma posição dominante nos negócios do futuro.

Espero que tenham gostado! Até breve 🙂

Thyelli Kataguire

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Meu nome é Thyelli Kataguire. Sou Engenheira de Produção, formada pela UNISINOS, com pós-graduação em Logística e Distribuição pela Fundação Instituto de Administração - FIA. Atuo na Zeev como Especialista em Projetos Estratégicos e tenho sólidas experiências profissionais na área de logística, tanto no e-commerce quanto na indústria. Já passei por empresas como Dell, Braskem, Privalia e MCassab. Similar a logística, sou apaixonada por movimentação. Tudo o que é dinâmico me motiva. E quando se trata de transformação de processos? Motiva mais ainda!

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